mae_babada

Sinto-me uma mãe babada AO QUADRADO, tragam-me um lenço...ou melhor, um lençol

Lilypie Baby Ticker
Lilypie Baby Ticker

terça-feira, março 29, 2005

noite complicada....

entre choro, vómitos, bebé gel.... gel para os dentes, benuron, 4 biberons de leite e mimos lá conseguimos dormir

estão a nascer os caninos.


segunda-feira, março 28, 2005

griiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii............uhhhhhhhhhhhhhhhh... levanta o braço, perdão a tromba e diz: grrrrrrrr... uhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh

Este é o som que a minha mamã faz. Põe-se de gatas, e diz que é um elefante.

Eu vou logo a correr para me pôr em cima dela, ou então, simplesmente vou à frente dela, também de gatas, indicar-lhe o caminho.


Ontem ás 11 da noite andavam 3 elefantes a correr as divisões da casa: a mãe, o pai e a Beatriz.


Quem é que hoje se queria levantar cedo ???
...Nobody...


quinta-feira, março 24, 2005

Tenho andado um pouquinho, senão mesmo muito preguiçosa para escrever.

O facto é que a situação tempestuosa que vivo presentemente, deixa-me com muito pouco ânimo para escrever. Nunca falei dessa situação, pelo facto de alguns familiares, que me lêem, tambem a viverem.

Reconheço que cometi um tremendo erro em divulgar este blog aos meus familiares e amigos. A minha privacidade, que preservo imenso, deixa-me impossibilitada de contar, o que quer que seja, para além duma linha que só a mim me pertence. Por outro lado, sinto-me injusta para com aqueles que me acarinham virtualmente.

Situações complicadas estas...


Daí a razão de não escrever tão assiduamente.


segunda-feira, março 21, 2005

Era uma vez...

um conjunto de copos de whisky com um balde de gelo.

Eram muito lindos, uma beleza para a mamã... puro cristal, da Atlantis, da colecção DANTE... lindo de morrer, feitos tradicionalmente...

o balde de gelo era tão lindo, tão lindo... que a mãma até tinha pena de não o utilizar mais vezes... não sei quanto terá custado, a mãe não quis dizer, mas baratinho não deve ter sido, pois era muito pesado. Era tão pesado... tão pesado... que não consegui agarrá-lo e deixei-o cair.

partiu-se!!!

a mãe ainda está em estado choque.... a mãe não me ralhou. Na sua pacividade, disse-me para me afastar... só pode estar em estado choque... eu também não tive a culpa, eu vi que dentro do balde tinha umas garrafinhas em miniatura, e apesar do armário estar fechado, consegui abri-lo e fui buscar essas «coisinhas» lindas para brincar... juro que não foi de propósito.





È verdade Beatriz, a mãe não te ralhou.
A mãe compreende a menina.
Foi apenas curiosidade.


sexta-feira, março 18, 2005

O Adeus esteve muito perto. Mas lá recuperei depois dum desabafo molhado com a minha cara metade.

São realidades que existem.

Por isso peço-TE afasta-me delas por favor.

Não quero ignorar a realidade, mas também não posso andar tão desolada.






Vou voltar a concentrar-me no que move este blog.


A B. ontem foi o caminho todo, da casa da avó à nossa casa, a olhar para a janela na sua cadeira. Anda admiradíssima com o facto de haver luzes por todo o lado. Os «pó-pós» têm «lú», nos candeeiros há luz.... ontem, até para lua dizia «é a lúuuuu»




hoje viu uns pombos a voarem..

ouviu-se logo: «...é o ...ão»,

- «Não filha, não é o avião, é um pássaro!»

Nem tudo o que anda no céu são aviões!! Isto é o resultado de estarmos no Campo Grande e os aviões, que não deixam de parecer uns pássaros enormes, passarem "bem perto" de nós.


quarta-feira, março 16, 2005

triste

Ando triste

passeio na blogosfera, na esperança de me distrair e rir com algumas situações. tem sido sempre assim, mas ultimamente não...

sinto-me tão triste quando esse passeio acaba em lágrimas de tristeza de não poder fazer absolutamente nada por crianças, e não só, que vêm ao mundo para sofrer

estou quase a desistir, não sou masoquista, nem quero viver longe da realidade de tantos pais que sofrem, mas não consigo

simplesmente não consigo

custa-me
desolo-me

só desejo uma vida cheia de saúde, de luz e cor para todas as crianças do mundo

adeus


segunda-feira, março 14, 2005

a mãe está na cozinha a descascar batatas para o almoço. A mãe pensa: que estará ela a fazer!!!

Nesse instante, entra a Beatriz na cozinha, após um breve período deseparecida. Trás com ela uma lâmpada.

-«a lu!! lúuu!!» esticando a mão que agarra uma lâmpada.

a mãe vira-se. Depara-se com aquela cena, e inconscientemente sorri e pensa onde é que ela terá arranjado aquilo. Fica-se pelo sorrir interiormente, aquele sorriso que só ela pode sentir, e que se torna sinal de permissão quando exteriorizado.

-«ò filha!!!», diz a mãe com muito cuidado, para que a B. não se assuste, e não atire violentamente a lâmpada para o chão.

- «onde estava?, mostra à mãe», nesse preciso momento, a mãe agarra a lâmpada sã e salva, e dirige-se para o local do crime. Ali estava, no quarto da mãe, o candeeiro tombado, agora sem lâmpada. Como ela a conseguiu tirar, só ela o saberá. Não houve testemunhas. O facto é que quando a lâmpada voltou para o lugar dela, deu logo sinal da tão «lú» que fascina a Beatriz. Estava ligado o candeeiro.

-«Olha Beatriz não é para tirar, não se mexe aqui, faz dói-dói», reforçou a mãe, na esperança que ela memorize o que não deve mexer.

Bom, enquanto a mãe faz o almoço, além da sala, é melhor também ter a porta do quarto da mamã fechada, OK!

Que perigo!


sexta-feira, março 11, 2005

Medicamentos: creme potencialmente cancerígeno à venda em Portugal

noticia


Este tipo de notícias deixa-me sempre desiludida.

Confiamos nos médicos, e depois recebemos notícias destas. Claro que eles não têm culpa, mas se optassem por medicinas naturais, se fugissem um pouco à «última moda», talvez a Beatriz não tivesse já usado este créme.

È certo que fomos aconselhados a fazer uma "mistura" com apenas 50% deste créme
Mas não deixa de ser O CREME!

Além disso, estamos a falar dum créme que custa 50€, que nem sequer é comparticipado. Ou seja, receitam-no como se não houvesse outra coisa no mercado, e realmente, diga-se, foi o único créme que curou a Beatriz, após termos comprado milhentos crémes. Mas, no entanto... recebemos notícias destas.



Falam, Falam, mas não dizem nada!!

Sinto-me chateada! pá!


quarta-feira, março 09, 2005

chocolate

o chocolate e eu temos uma relação que muitos gostariam de ter.

Chamo por ele, e ele.. como não quer a coisa, aparece. (como se eu não soubesse) Não lhe resisto.

A consequência deste relacionamento obsessivo é uma enorme satisfação da minha parte. Fico como nova, uma energia, pareço eu que renasço.

Qual café!


bem... então os dois juntos: chocolate + café e eu! Não digo nada.



Claro que da parte dele não sei, não posso falar.

AHHH!!! outra das consequências é: por cada 100grs de chocolate ingerido, são 500 calorias nas coxas.


Não há prazer que tanto dure!


Estou constipada... atchimm...atchimm...atchimm...atchimm

não me ocorre dizer mais nada, a não ser que quando espirro, saiem aos 7 /10 de cada vez.

Imagine-se o quanto fico cansada de espirrar...


sexta-feira, março 04, 2005

carta à filha

Querida Beatriz

Hoje decidi escrever-te de caneta e papel. È como que a nossa intimidade seja transcrita para o papel sem a interrupção do bater das teclas.

Ontem tivémos uma visita inesperada do primo João. Fiquei abismada pela tua simpatia para com o primo, uma vez que só o tinhas visto apenas 1 vez, quando tinhas 8 meses. Foi impressionante o à vontade, as brincadeiras do esconde-esconde, tudo fizeste para cativares a atenção. Não foi difícil, alíás nunca é difícil. Ès uma simpatia.

Tens uma percepção, um entendimento que a todos surpreende... será do infantário, será da idade... não sei... mas, a sensação de te descobrir minuto a minuto é tão grande que nos deixa deslumbrados e a perguntar o que é que andámos a fazer para não conhecer tal atitude, tal palavra. O facto é que não conseguimos agarrar tudo. Talvez por isso te escreva diariamente para que a memória não me atraiçoe um dia.

Esforças-te por manteres um diálogo, que por vezes só tu o entendes. Palavras como

abou (acabou)
iu é! (Quem é!)
o-ia o jã (Olha o João!)
cou! ai é (tou ..quem é (ao telefone)
amei - vermelho
ede - verde
emel - amarelo
ul - azul

Fazem parte do teu novo vocabulário. Já distinguias o vermelho do amarelo, agora juntaste o azul e o verde.

O esfrega-esfrega de narizes, os olhos bonitos que o vo-vô ensinou servem para chamares a nossa atenção.

O carinho com que chegas ao infantário e corres para todos a dar beijinhos.

Ès realmente carinhosa, és a estrela que nos aquece e ilumina o nosso caminho. Estaremos sempre ofuscados por ti, pelo teu carinho, pelo teu amor que transportas para todos, sem excepção.

Como eu gostava de estar sempre contigo.

a mãe


quarta-feira, março 02, 2005

com a experiência, chega a tranquilidade

A Beatriz anda constipada outra vez... e com febre nocturna.

Acorda durante a noite a rabujar, de hora a hora... ainda insisto para que ela fique na cama dela, mas acabo por pedir ao pai para ir buscá-la. È chato, mas nós tb precisamos de dormir.

Não costuma ser assim, mas ultimamente tem sido. Já me pergunto, se já não é vicio... que seja ou não, o facto é que tanto eu, como o pai, precisamos de descansar, e se analisarmos bem as coisas, a beatriz já tem 21 meses e nós raramente dormimos uma noite inteira com a história dos leitinhos. Se ela dorme a noite inteira connosco, que seja para o bem da saúde mental lá de casa.

Mas... hoje nem mesmo assim... mesmo na nossa cama , rabujou, rabujou... só pedia colo...

- ó filha agora não, vamos a dormir... dizia eu, já um pouco despreocupada com o caso...

È engraçado, a experiência vai-nos dando uma certa tranquilidade. Jà passámos pelas febres altas, gripes e constipações, tosses e tossinhas... já vamos tendo mais tranquilidade para ouvirmos e dizermos: vamos a dormir, fazer ó-ó... em vez de nos levantarmos para ver o estado dela. Não é despreocupação, é tranquilidade por sabermos que não vai para além daquilo, ou então... o estado de cansaço já é tão grande, que já não temos reacção para nos levantarmos. Bem, não é verdade, mas é uma hipótese.

De manhã, pensamos que afinal havia uma razão forte para ela não querer descansar e pedir colo, não é habitual nela. A espectoração está no auge, está atacadíssima. Mesmo asism foi ao infantário, não tem febre.

A propósito encontrei a motherblog, foi um pouco estranho. Conhecendo-a virtualmente e de repente olhá-la de carne e osso. Acho que ela teve a mesma sensação. Com certeza irá nascer uma amizade mais forte, mas estamos as duas meio desconfiadas com esta nova nossa realidade, companheiras de babyblogues e agora fazendo as duas parte do mesmo infantário, com as nossas princesas na mesma sala. o tempo o dirá... bem, o tempo não é muito, só nos cruzamos na entrada.

Um beijinho para ela e para a Matilde


terça-feira, março 01, 2005

lavar os dentes

Acordo mal disposta... ultimamente tem sido assim. Uma rabujice pegada.

Só acordo quando bebo o meu leitinho. Aí sim.... fico como nova... saio à mãe, que acorda depois do seu leite com café pela manhã.

Depois... depois... só penso em ir para a casa de banho, lavar os dentes....

- «aden...aden....» e não me calo, até me darem a pasta dos dentes, a escova já eu tenho na mão, não perco tempo.

- «aden...aden!!...»

- «agora não», responde a mãe, «temos de nos despachar!»

- «aden...aden!!...»

- «não!»

começo a bater com os pés, vou em direcção oposta e começo a gritar... ninguém me liga!!!




A semana passada, estava no bidé a brincar, o meu lugar favorito, onde brinco e lavo os dentes. Parece esquisito, mas o bidé é só meu.

Achei que sózinha conseguia pôr pasta dos dentes na escova.

Achei que a pasta dos meus pais seria com certeza melhor do que a minha, para bebés. Afinal de contas, eu tb já sou grande.

Enganei-me... pica na lingua... fui a correr ter com a minha mãe à cozinha, que me deu um sermão, e me limpou a lingua. Por agora não mexo lá... talvez daqui a um tempo já consiga suportar o gosto, pois aquela pasta para bébes já não tem nada a ver comigo, eu quero é a dos grandes.



diversos >
JúlioMachadoVaz